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terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

Feel


Tudo o que puder, o que quiser, o que nem ao menos souber... Apenas sinta.
É tudo o que se pode fazer, amar, sorrir, sofrer, não é importante, é sufocante, cortante e nem um pouco cicatrizante. Ame, odeie, chore, sofra, fique, corra, deixe ir...
Nunca doeu tanto sentir a partida do que já causou tantos sorrisos, haverá sempre um cerveja com suco, um sorriso ou choro com soluço, uma oração com um pedido de cuidado quando muito distante estiver. Chore... Mas sinta, o que não é importe não faz falta!


quarta-feira, 19 de novembro de 2014

It's all a game


Sim, é tudo um jogo, onde a única regra é: Não existem regras, onde os fracos não tem vez e a confiança não passa de mera utopia, aquele sorriso que antes parecia tão sincero agora não passa de um atraso pra passar de fase, a saudade faz lembrar uma pontuação merda que foi facilmente superada. Difícil, o controle está com defeito... Fim de jogo!




domingo, 24 de agosto de 2014

With arms wide open


"Fica assim, olha, de braços abertos, não pensa em mais nada..."

Estar de braços abertos nunca me deixou tão forte e nada vulnerável, parei pra pensar e percebi que a sensação de parar no tempo nem que seja por alguns segundos não é deixar de viver algo ou perder algum detalhe, é aproveitar em câmera lenta as melhores coisas do mundo em segundos intermináveis, brigada por estar me ensinando o prazer da liberdade no seu mais íntimo e delicado sentido...









quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Above us only sky.

 

Não existe nada tão importante quanto oque já estava aqui antes de tudo isso, olhe pra cima e me diga... O que você acha dele? Gosta do que vê? Faça isso, faça como ele, não se importa com o que se passa lá embaixo deixe-se entrar em transe, no meu transe. Fecho os olhos e me sinto no seu peito e logo o cheiro do seu travesseiro. Você não sabe como me deixa em êxtase e agora só falta você se esquecer de tudo lá embaixo porque eu não quero alguém pra flutuar aqui comigo... Eu quero você! ...'vem cá'. Sente o céu que eu quero te dar... Ele é todo seu.













quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Sorry dear! Nothing else, just you.


Fique! Quero mantê-lo aqui, em minha própria inércia, deixe-se ficar aqui, nesse lago escuro e adormecido... O qual o faz mais vivo do que nunca meu amor. Fique! Talvez eu não o realize tanto, ou talvez sim... Não me importa! Te importa o que eu sinto, ou ao menos deveria importar, não!? Sim, todas as minhas horas são pra você, cuido de tudo pra você e inclusive de você, para mantê-lo aqui meu amor, enquanto minha matéria aqui ainda permanece, não me parece real ver a vida sem teu corpo e esses teus olhos lindos que me fazem tão pequena e indefesa, porém aconchegada e apaixonada.Você não se lembra? Não se lembra? Dos beijos, que são sempre como o primeiro, os mais carinhosos e completos da minha vida. Oh, sim! Meu amor, existe sim (mas só aqui dentro), só quero dizer...Me desculpe minha vida, sinto dizer que incondicionalmente amo você!


sexta-feira, 9 de agosto de 2013

There isn't what seems


A quem já viu a solidão de perto, o azul do céu não transmite alegria nem o sol é assim tão brilhante. A quem respira tristeza não há cheiro nas flores nem graça nas festas... E de que adianta este livro ter um a bela capa se a história é triste e o final incerto!? Deseje-me não o melhor, mas o merecido, talvez continuar não vendo a beleza de tudo como realmente é ou parece, e se assim for, não deseje-me nada além.


quarta-feira, 7 de agosto de 2013

It's confusing




As vezes me esqueço de como é o entusiasmo, a alegria e vontade de fazer algo divertido. Não penso mais em coisas geniais, não escrevo nada mais interessante. A algum tempo só tenho pensado nos erros que cometi além das palavras que joguei fora, e o pior é que não sei em que tudo isso se transforma, porque não sinto culpa, já não sinto dor, estou calejada e atordoada. Sinto falta da pessoa em quem eu estava me tornando (sim, era uma pessoa incrível), parei no tempo e sinto como se as vezes visse as pessoas sorrindo em câmera lenta enquanto pensam estar felizes e talvez estejam, vejo a fumaça do cigarro indo embora tão depressa quanto a minha vontade de estar em casa, a minha saudade também mudou, é breve. Estou indo agora e não sei quando volto, talvez no próximo estalo de ideia, eu não diria inspiração.


                                                                                   
Nívia  Monteiro